Diagnóstico do sistema de lubrificação: entenda os principais pontos

18 minutos para ler

Essencial no repertório de todo mecânico, o diagnóstico do sistema de lubrificação é uma das principais análises realizadas pelo profissional da oficina. Como você bem sabe, esse é o conjunto responsável pela  lubrificação, refrigeração e fluidez do motor, garantindo seu funcionamento de forma eficiente.

Pensando nisso, elaboramos este conteúdo completo sobre o sistema, em que descrevemos as curiosidades técnicas sobre seu funcionamento, suas falhas, processos e etapas para um diagnóstico certeiro. Por fim, ainda apresentamos os principais cuidados na escolha, manuseio e aplicação do óleo lubrificante.

Como você perceberá nesta leitura, a falta de lubrificação, na maioria das vezes, não é um problema que acontece por conta de uma bomba defeituosa, mas sim, pela negligência no momento da reposição do fluido no reservatório. Agora, o que você acha de acompanhar estas informações indispensáveis ao seu cotidiano profissional? Venha com a gente!

Veja também:

> Amortecedor pressurizado e amortecedor convencional: entenda a diferença de uma vez por todas!

> Sistema de freios: veja como fazer um diagnóstico rápido e preciso na sua oficina!

Filtro de cabine garante qualidade do ar dentro do carro. Confira detalhes sobre o assunto

O funcionamento do sistema de lubrificação

Antes de qualquer coisa, esse é um sistema que trabalha na preservação do conjunto mecânico, sendo crucial para a durabilidade no longo prazo. O seu funcionamento é bastante simples, variando apenas em função do projeto aplicado no veículo — que pode ser de cárter úmido ou seco.

Basicamente, o sistema consiste em um projeto hidráulico, que canaliza e desloca o fluido lubrificante dentro de um circuito fechado. Esse percurso atravessa os principais componentes do motor, distribuindo refrigeração e fluidez nas seções com a maior concentração de atrito e calor. 

Quando o sistema de lubrificação funciona bem, o veículo opera dentro da faixa ideal de temperatura, com o consumo adequado de combustível e preservação das peças. Já na situação inversa, o motor opera em sobrecarga, lidando com calor extremo e atrito, que acabam acelerando o desgaste dos componentes internos.

Cárter úmido

Essa é a solução mais popular entre os veículos. Nessa abordagem, todo o óleo lubrificante fica armazenado no cárter sob o motor. Normalmente, esse reservatório suporta entre 4 a 6 litros de fluido, que são suficientes para entregar um fluxo contínuo de refrigeração. Para que o óleo acesse o circuito e percorra o motor, existem algumas etapas.

Primeiramente, o pescador da bomba capta o fluido no reservatório. Então, o óleo atravessa um filtro para, depois, ser canalizado para as galerias internas do motor. Esse deslocamento acontece por conta da pressurização gerada pela bomba. Com isso, a lubrificação dos componentes acontece por meio de três maneiras:

  • o deslocamento e contato do fluido pelo circuito;
  • o respingo do produto ao se chocar contra as peças;
  • a névoa pressurizada que paira junto dos componentes.

Além disso, também é importante conhecer a razão de essa ser a abordagem mais popular do mercado. Isso acontece porque esse é o projeto com o menor custo de fabricação, que conta com peças e materiais mais em conta do que aqueles utilizados no cárter seco. Com isso em mente, a produção em massa de veículos equipados com essa solução acaba sendo mais vantajosa.

Porém, também existe uma justificativa mais funcional, que argumenta que os veículos comuns não precisam da sofisticação do cárter seco. Como esses modelos não são desenvolvidos para a alta performance, não há motivos para as montadoras se preocuparem com o frequente balanço e deslocamento de óleo dentro do reservatório.

Cárter seco

Foi justamente nesse gancho que surgiu a necessidade do cárter seco. Afinal, existe todo um segmento de veículos de alta performance — que vão de modelos esportivos e luxuosos até os aviões. Não, você não leu errado! O cárter seco é uma solução consagrada na aeronáutica, já que essas máquinas operam em várias angulações, o que é um ponto em comum com os veículos de alto desempenho.

Como exemplo, podemos utilizar os automóveis de competição. São modelos que precisam lidar com acelerações e frenagens constantes, que além de provocarem um balanço violento de força G, também causarão algumas inclinações na carroceria, interferindo no deslocamento do óleo dentro do cárter — no projeto úmido, e é aqui que mora o problema.

Esse acúmulo em uma região do reservatório pode gerar uma série de situações, tais como:

  • dificultar a captação do óleo pelo pescador da bomba;
  • drenar potência do motor, causado pelo arrasto hidráulico;
  • prejudicar o funcionamento de todo o sistema pela produção de espuma.

Para contornar esses problemas, foi desenvolvido o cárter seco, que entrega a lubrificação pressurizada diretamente nas peças móveis. Nessa solução, o sistema é composto por um cárter posicionado na parte inferior do motor, com tamanho menor quando comparamos ao úmido e vários outros reservatórios próximos de pontos estratégicos do conjunto mecânico.

O funcionamento ocorre da seguinte maneira:

  • quando o óleo do cárter está quase atingindo uma temperatura extrema, a bomba de pressão é acionada;
  • então, a pressurização envia o fluido que está armazenado nos reservatórios estratégicos, lubrificando e refrigerando os pontos críticos com maior agilidade;
  • a gravidade faz com que esse óleo escorra e retorne ao reservatório, local onde será resfriado rapidamente.

Mas, como era de se imaginar, toda essa sofisticação tem um preço. O maior número de bombas, reservatórios, tubulações e válvulas faz com que esse projeto esteja restrito aos modelos mais caros e luxuosos — que, por consequência, também costumam equipar os motores mais vigorosos.

As principais causas de falha na lubrificação

Por se tratar de um sistema relativamente complexo, é bastante natural que existam muitas causas aos problemas de lubrificação. Pensando nisso, compilamos as falhas mais comuns no conjunto, tornando o seu diagnóstico mais preciso e eficiente. Dê uma olhada!

Bronzinas e virabrequins em condições inadequadas

Também conhecidas como mancal, capa ou casquilho, as bronzinas têm um papel fundamental na redução de atrito dentro de um projeto mecânico, de modo que o funcionamento dessa peça depende diretamente do fluxo de lubrificante entre suas paredes e o componente interno que ela protege.

Com isso em mente, é indispensável que você perceba a importância de analisar essa peça com atenção, pois nela se escondem vários sintomas de um carro com uma lubrificação deficiente. Em cenários normais, o desgaste de uma bronzina se demonstra de maneira uniforme, atingindo pouco mais da metade da superfície da peça. Apesar disso, existem situações que exigem maior cuidado e consideração.

O primeiro caso fica por conta dos sinais de superaquecimento, quando você identifica que a peça está escura e com vários pontos de atrito. Nesse exemplo, uma lubrificação ineficiente não forneceu um fluxo constante da película lubrificante que ficaria entre as peças, aumentando a temperatura do conjunto e desgastando os componentes. Para essa situação, as causas mais frequentes são:

  • motor sobrecarregado;
  • folga insuficiente entre as bronzinas e os munhões;
  • bloco ou virabrequim desalinhados;
  • contaminação por impurezas, como detritos metálicos, poeiras e afins.

Já em um segundo momento, existem os casos em que a bronzina está frouxa. Esse excesso de folga, visto como um problema de assentamento, apresenta alguns sinais bem claros na aparência da peça, contrastando regiões polidas e brilhantes com escuras e manchadas. Isso sugere a fixação inadequada do componente, que está vibrando durante o funcionamento. Aqui, as causas mais comuns são:

  • torque insuficiente na fixação;
  • limagem da partição da bronzina;
  • alojamento com um diâmetro maior.

Por terceiro e não menos importante, temos o caso da peça que sofreu com a corrosão. Nesse cenário, o diagnóstico é bastante rápido, uma vez que a bronzina apresentará uma superfície repleta de regiões escuras e esponjosas, que sugerem o desgaste causado por algum componente químico. As causas costumam ser:

  • lubrificante com composição inadequada, com elementos ácidos em sua fórmula;
  • longo período entre a reposição do fluido;
  • abastecimento com combustível adulterado.

Falta de troca do óleo

Geralmente, esse é um problema relacionado com a negligência do proprietário. Como todos sabemos, os fluidos lubrificantes também contam com um tempo de durabilidade, de maneira que as montadoras recomendam nos manuais de seus modelos os períodos adequados para a reposição do óleo.

Quando esses intervalos são ignorados, o conjunto mecânico passa a sofrer com as consequências de um fluido que já não tem as mesmas vantagens químicas de quando era novo. Dessa maneira, a composição não apresente a mesma capacidade de refrigeração de antes, também alterando suas especificações de viscosidade e lubrificação.

Nessa história, podemos somar o fato de que é bastante provável que o fluído esteja contaminado por partículas nocivas às galerias internas do motor. Com a falta de reposição, o veículo continuará circulando essa mistura abrasiva e ineficiente ao longo de seu funcionamento, acelerando o desgaste de todas as peças atingidas.  

Mistura de óleos

Já aqui, temos uma das práticas mais condenáveis à durabilidade do veículo. Sim, nós entendemos que são muitas as vezes em que não é necessária uma reposição completa, uma vez que o nível do reservatório já está parcialmente preenchido. Porém, lembre-se que não é correto fazer a mistura de soluções lubrificantes — já deixe seu cliente ciente disso!

As diferentes composições (sintéticas, semissintéticas e minerais) devem operar em uniformidade química, como soluções puras. Se, ainda assim, o cliente não aceitar uma reposição completa, você precisa se certificar de que preencherá o reservatório com o mesmo fluido já utilizado, que apresente as mesmas especificações de viscosidade e composição.

Contaminação por água

Em geral, a água funciona como um diluente natural à maioria das composições químicas. Com isso em mente, torna-se fácil entender o motivo pelo qual esse líquido não pode entrar em contato com o óleo, que perde a concentração das suas qualidades lubrificantes e refrigerantes assim que diluído. Apesar disso, esse não é o único exemplo de desgaste causado pela contaminação por água.

Na realidade, tudo acontece como em um efeito cascata, já reparou? Primeiramente, a deterioração química do fluido prejudica a sua função sobre as peças, acelerando o desgaste dos componentes que passam a sofrer com os problemas característicos da falta de lubrificação, como o calor e o atrito. Depois, fenômenos como a oxidação e a corrosão passam a surgir nas galerias internas do motor, interferindo diretamente na vida útil das peças.

Simultaneamente a tudo isso, a presença de água sobre o óleo no reservatório pode gerar o acúmulo de espuma, prejudicando o controle térmico do fluido e possibilitando a última consequência: a cavitação. Ela é caracterizada pela formação de bolhas no líquido lubrificante, que aceleram ainda mais os processos de corrosão anteriormente descritos.

Contaminação por combustível adulterado

O abastecimento com combustíveis adulterados é um tema tão polêmico quanto delicado de se resolver. Com toda a sua experiência mecânica e a rotina na oficina, você já deve conhecer as consequências, em que o conjunto passa a sofrer com a ineficiência da solução abastecida, sobrecarregando o motor, aumentando a temperatura, danificando os componentes e prejudicando o consumo.

É exatamente por isso que você deve ter foco na conscientização para a resolução desse problema em longo prazo. Nesse tipo de situação, o profissional mecânico atua como um amigo professor, explicando didaticamente à sua clientela sobre os riscos inerentes ao abastecer em postos de combustível de origem duvidosa.

Essa prática se encaixa perfeitamente naquele ditado da sabedoria popular, que lembra das situações em que o barato pode sair caro. Nesse caso, vale reforçar ao cliente a importância de ignorar a tentação de preços muitos baixos — em vez disso, recorrer aos postos de bandeiras mais conhecidas, minimizando os riscos de adulteração na mistura e protegendo a vida útil do veículo.

Vazamentos

Em um sistema de lubrificação, são inúmeras as peças que podem apresentar uma vedação inadequada. Por isso, sempre recomendamos que você opte pelo caminho mais complexo e também mais preciso, removendo e desmontando todo o sistema para uma análise detalhada de cada um dos seus componentes.

Assim, você poderá verificar se existem rupturas e vazamentos nas mangueiras, nos filtros e no tanque. Nessa prática, você analisa a solução possível para cada uma dessas situações e avalia a possibilidade de reparo ou de sua substituição completa.

Entupimento de galerias

Por último e talvez mais agravante, temos a obstrução das galerias internas do motor. Esse é o tipo de situação que pode ser agravada por alguns dos problemas que já citamos neste post, como é o caso da troca do fluido lubrificante — afinal, como tudo na mecânica, as coisas acontecem por um motivo anterior.

Por exemplo, quando há um intervalo muito longo para a troca do óleo, esse fluido acaba acumulando impurezas em excesso. Com o tempo, essas sujeiras serão absorvidas pelo filtro, que ficará saturado rapidamente. Então, essa saturação dificulta o fluxo do lubrificante, eventualmente prejudicando as válvulas e, por fim, entupindo as galerias, causando danos que costumam acontecer ao interromper a lubrificação dos componentes internos.

O papel do lubrificante nos novos motores

O objetivo central da engenharia automotiva nos tempos modernos gira em torno da eficiência energética — e olha que nem estamos falando dos carros elétricos e híbridos, mas sim dos tradicionais modelos à combustão. Esse objetivo, por sua vez, é orientado por algumas metas básicas à produção dos veículos lançados no mercado, que devem ser muito econômicos e pouco poluentes.

Inclusive, essa segunda meta (poluição) é um parâmetro fundamental ao setor, tendo em vista que os veículos com baixas emissões e cilindradas recebem algumas isenções fiscais pontuais para sua produção, sendo alternativas mais vantajosas às montadoras no Brasil. Percebendo isso, entendemos que os lubrificantes são mais importantes do que nunca aos novos motores.

Afinal, tanto o baixo consumo de combustível quanto a pequena emissão de gases estão diretamente ligados à temperatura operacional dos motores. Nesse caso, os novos conjuntos mecânicos dependem de um fluxo constante de refrigeração para que funcionem sem sobrecarga, atritos, engasgos e aquecimentos — atingindo, assim, boas metas de consumo e emissão.

O diagnóstico de problemas no sistema de lubrificação

Agora que você recapitulou as principais situações e falhas nesse sistema, chega o momento de dar aquela calibrada nos conhecimentos para diagnosticar e reparar o problema no coração desse conjunto, destacando a bomba pressurizadora do óleo lubrificante. Vamos lá?

A realização de testes antes da substituição da bomba

Como você já sabe, nós temos um apreço pelo lema “faça uma única vez, mas bem-feito”. Por isso que sempre batemos na tecla dos diagnósticos completos, com o exame de várias peças e eliminação de hipóteses até encontrar as reais fontes dos problemas. Com a bomba não seria diferente, sendo fundamental testar sua capacidade de pressurização antes da troca.

Por conta disso, a substituição dessa peça deve passar por alguns checkups:

  • avaliar se a bomba gira livremente;
  • carregá-la com o mesmo fluido que será utilizado no motor, facilitando a formação do selo hidráulico;
  • com a instalação de um manômetro no sistema, analisar a pressão gerada pela bomba com o motor em funcionamento, inicialmente frio.

Os cuidados na troca do óleo

Causa central dos problemas no sistema de lubrificação, a seleção, o manuseio e a reposição do óleo têm papéis importantes na durabilidade do veículo. Para frisar esses cuidados, elaboramos uma lista com todos os pontos de atenção nesse tema. Veja só:

  • nunca misture os óleos de composições destoantes, como mineral, semi ou sintético. Prefira a substituição completa ou reposição parcial com o mesmo fluido já utilizado;
  • nunca ultrapasse o intervalo de troca por mais de mil quilômetros — uma recomendação importante ao seu cliente;
  • nunca utilize panos para limpar o resíduo da vareta de verificação, uma vez que tecidos podem contaminar o óleo com uma série de impurezas, que vão de fiapos a pedregulhos;
  • nunca utilize aditivos complementares ao óleo. Conte com bons produtos completos, que já tenham em sua composição todos os atributos necessários à lubrificação;
  • sempre sugira incisivamente a substituição do filtro junto a reposição do óleo, conscientizando o cliente sobre a importância de um sistema perfeitamente limpo para a durabilidade do veículo;
  • dedique atenção máxima à aplicação do fluido, evitando que o óleo derrame sobre o motor. Lembre-se de que esses respingos podem prejudicar as velas e demais componentes sensíveis a esse contato.

Uma dica essencial nesse momento: sempre utilize os melhores lubrificantes para os motores modernos! Diferentemente dos veículos antigos, os novos motores apostam muito na tecnologia de downsizing, que combina a redução do tamanho do motor a um sistema de turbo alimentação. Em consequência, gera maior pressão, eficiência energética e performance.

O custo passivo dessa tecnologia são condições operacionais mais exigentes, com motores que geram maior temperatura e pressão durante seu funcionamento. Por conta disso, é fundamental que esses veículos contem com fluidos lubrificantes capazes de aguentar as exigências desse motor, apresentando viscosidade e faixa de temperatura operacional compatíveis as que existem nesse conjunto. Para evitar problemas, confie na recomendação expressa pela montadora do veículo.

Os cuidados na aplicação da bomba de óleo

No sistema de lubrificação, tudo gira em torno da bomba de óleo. Por isso, é fundamental conhecer alguns detalhes básicos para evitar problemas durante a retirada e reposição do novo componente. Durando em torno de duas horas para sua substituição, o procedimento deverá atravessar as seguintes etapas:

  • acessar e abrir o bujão do óleo no motor;
  • deixar o recipiente escorrer por completo;
  • remover o cárter como o seu protetor;
  • retirar a antiga bomba;
  • instalar a nova peça;
  • preencher com o novo óleo;
  • instalar o manômetro na galeria do sistema
  • ligar o veículo, sem as velas até que a pressão do óleo esteja estabelecida, delique o motor e monte as velas
  • Agora com o motor funcionando avalie a notificação no painel e procure por vazamentos.
  • Utilize sempre os princípios da norma – ABNT – NBR 13032

Para além desse tutorial rápido, vale lembrar os pontos de destaque na substituição da peça, em que nós recomendamos que você sempre utilize as bombas com as mesmas especificações sugeridas pela fabricante do veículo, combinado? Além disso, também existe a importância de se utilizar componentes de alta qualidade e performance de uma fabricante com excelente reputação no segmento.

Afinal, as bombas são peças que operam sobre alta pressão e estresse, sendo fundamental conscientizar o seu cliente sobre a importância de priorizar a qualidade no lugar da economia de curto prazo. Mostre que, com isso, tanto o veículo quanto o bolso dele serão beneficiados.

Gostou deste post descrevendo o diagnóstico do sistema de lubrificação? Então, não perca a oportunidade de continuar mergulhando em nossos conteúdos técnicos, conferindo o texto sobre o diagnóstico de falhas na direção!

Você também pode gostar

Deixe um comentário