Mola a gás: saiba quando fazer a troca e como realizar a manutenção!

A indústria automotiva está cada vez mais tecnológica e moderna, sendo que peças novas e eficientes são desenvolvidas para melhorar o desempenho dos veículos. É o caso, por exemplo, do turbocompressor elétrico e da suspensão eletrônica. Nesse sentido, a mola a gás foi criada para substituir a mola mecânica.
Em geral, a mola a gás é mais econômica, leve e precisa, além de ser muito versátil, pois realiza funções importantes em diversos itens, como abrir, segurar e baixar a tampa do porta-malas, capô, portas de fechamento de bagageiro, grades, entre outros.
Se você deseja conhecer mais sobre mola a gás, inclusive a maneira como a sua troca e inspeção devem ser concretizadas, acompanhe este post que vamos apresentar todos os detalhes sobre o tema. Confira!
Quando fazer a troca da mola a gás?
A impulsão da mola a gás é feita pelo nitrogênio que, por sua vez, executa o trabalho de sustentação. Trata-se de um item com um corpo constituído de aço carbono, além de haste com tratamento especial.
O diferencial desse componente é que, ao contrário do que ocorre com a mola mecânica, os elementos compostos (nitrogênio e óleo) não se misturam — o que evita a fadiga, mantendo o desempenho da peça por mais tempo.
Ocorre que, conforme a utilização prolongada, a tendência é esse componente ter sua eficiência reduzida por vazamentos. Dessa forma, para evitar transtornos e prevenir que a mola a gás perca totalmente o seu poder de ação, é fundamental realizar a troca no momento em que a eficácia dela diminui.
Perda de pressão
O funcionamento da mola a gás ocorre quando o gás que tem pressurização constante empurra o pistão. Esse é justamente o fator que faz com que ocorra o auxílio para a abertura de portas, sem que seja necessário esforço por parte do usuário, por exemplo.
Desse modo, nos casos em que há queda da referida pressão, a mola vai perdendo a sua eficiência, sendo preciso efetuar a substituição dessa peça para que o item volte a funcionar corretamente.
Vazamentos
Um indício de que a mola a gás sofreu desgaste ao longo do tempo e deve ser trocada é, justamente, o vazamento do gás. Em tal situação, é necessária uma força maior por parte do usuário para fazer a abertura da porta, em alguns casos a mola a gás está tão danificada que sequer consegue manter a sustentação da porta ameaçando a segurança dos usuários.
Como fazer a manutenção da mola a gás?
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, as molas a gás são livres de manutenção, ou seja, os mecânicos não precisam se preocupar com esse fator, pois os trabalhos de manutenção não são exigidos.
Além disso, é válido ressaltar que as molas a gás são elementos de ajuste fechados e hidropneumáticos que também não exigem a aplicação de lubrificação no componente.
Como realizar a aplicação da mola a gás em veículos pesados e leves?
Inicialmente, para entender sobre a aplicação da mola a gás em veículos pesados e leves, é preciso compreender o seu funcionamento, que ocorre do seguinte modo: a força de mola resulta da pressão interna no cilindro que, por sua vez, é gerada pelo nitrogênio utilizado como fluido de enchimento.
Tanto em veículos leves quanto pesados, a pressão é exercida sobre a área da seção transversal do êmbolo da haste. Em estado descarregado, a haste do êmbolo permanece sempre extraída. Quando a haste do êmbolo desliza para dentro, o volume no cilindro é reduzido e o gás, comprimido. Esse fator gera um aumento de força da mola a gás, em função do diâmetro do êmbolo e do volume do cilindro.
Para a aplicação deve-se seguir as instruções de montagem disponíveis na embalagem da peça
Além disso, para evitar elevadas perdas de gás, as molas não devem ser submetidas a cargas de tração, forças de curvatura ou forças laterais.
É válido ressaltar que a montagem e a remoção das molas a gás são efetuadas sempre em estado descarregado e não precisam ser submetidas à tração.
Agora que você já conhece todos os detalhes sobre a mola a gás, deve ter percebido que se trata de um item muito eficiente, não é mesmo? Afinal, é um componente versátil, mais leve, preciso, econômico e seguro, que não exige manutenção. Mas não se esqueça da manutenção e revisão de outros elementos, como o cânister, para o desempenho ideal do veículo e sua segurança.
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